Este blog foi criado com o objetivo de apresentar as aprendizagens dos alunos de diferentes disciplinas na área da Educação Especial. Aqui podem ser encontrados os registros feitos por alunos do curso de Pedagogia da UFF nas disciplinas SSE 04127 - Educação Especial (Turma A1 ) e SSE 04128 – Tópicos Especiais em Educação Especial (TURMA I1), reformuladas para SSE 00262 - Educação Especial I  e SSE 00275 - Tópicos Especiais em Educação Especial. Do curso de licenciatura em Ciências Biológicas, a disciplina GGN00020 - Práticas Especiais para Inclusão de Pessoas com Necessidades Especias do Instituto de Biologia. A partir do ano de 2012, passaram a fazer parte as disciplinas ministradas em cursos de especialização, pós-graduação lato-sensu, Ensino de História e Ciências Sociais e Educação Especial e Inclusiva da Faculdade de Educação da UFF, e, também, as disciplinas do Programa de Pós-Graduação em Ciências e Biotecnologia (PPBI), do Instituto de Biologia da UFF e a disciplina Práticas Docentes com ênfase na Inclusão de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais do curso de Pós-Graduação em em Ensino em Biociências e Saúde do IOC, FIOCRUZ. Todas as disciplinas são ministradas pela Professora Cristina Delou, da Faculdade de Educação da UFF.
Sabemos que a educação inclusiva é uma proposta inovadora e demanda muitos investimentos pessoais e governamentais. É uma nova cultura de convívio social a partir de vivências escolares adequadas a cada cidadão em formação. Não dispensa os conhecimentos construídos na área da Educação Especial, onde estão os saberes acumulados sobre alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Nela, também se encontram os espaços e os pares mais adequados para o letramento e a alfabetização de alunos cegos (Instituto Benjamim Constant) e surdos (Instituto Nacional de Educação de Surdos). Esperamos compartilhar informações, conhecimentos, reflexões e propostas responsáveis, a fim de que a formação de professores possa se enriquecer e transformar o cotidiano das escolas e da sociedade. Conheça também os sites da Escola de Inclusão, do PAAAH/SD e do Curso de Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão..

Reflexão sobre o filme: A Era do Gelo


Universidade Federal Fluminense
Faculdade de Educação
Disciplina: Educação Especial
Professora Drª: Cristina Delou
Alunas: Daiana Barros e Vanessa Barriolo
Curso:Pedagogia 8º período/manhã


Ficha TécnicaTítulo original: (Ice Age)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Chris Wedge, Carlos Saldanha
Atores: Ray Romano, Diogo Vilela, Denis Leary, Márcio Garcia.
Duração: 115 min
Gênero: Animação
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/a-era-do-gelo/

O filme tem como protagonistas 3 criaturas diferentes que pelo destino se uniram, são eles: Sid, uma preguiça engraçada e que fala demais, Manfred, um mamute com mal-humor e Diego, um tigre dentre-de-sabre bem ameaçador. O trio passam aventuras e perigos para entregar um bebê humano ao seu pai.
Este filme passa uma mensagem importante que é sobre as diferenças.
Primeiro o trio é composto por animais diferentes, cada um com seu jeito próprio de ser. Mas de todos eles, o que mais sofre preconceitos é a preguiça Sid.
Há várias passagens que retratam muito bem os olhares preconceituosos para Sid, como a cena que mostra Sid acordando e gritando para os membros de seu bando na intenção de ninguém perderem a migração. Depois ele percebeu que os outros do bando já tinham ido embora, o deixando para trás. Sid fala que todos os anos isso acontece e começa a perguntar: “Será que ninguém gosta de mim?”; “Será que ninguém se importa com a preguiça Sid?”
As outras cenas Sid é chamado por Manfred de “aberração da natureza” e Sid fala para o manute que seu bando sempre o abandona, que o amarra e apaga os rastros para ele não ir atrás, que coloca bicho dentro de sua boca, enfim, sempre excluem Sid.
A preguiça sempre é vista como anormal, que atrapalha os outros que estão em sua volta, um incapaz, um doido. Sid pode até ser agitado, mas é amigo, sensível, carinhoso e sempre está pronto para ajudar o próximo, no qual ficou muito claro na cena que Sid cuidou do bebê humano com amor, nos mostra que mesmo sendo meio atrapalhado não significa que é incapaz de fazer as coisas, basta apenas conhecê-lo e não colocar estigmas sem antes de conhecer.
O que aconteceu com Sid, sempre em nossa sociedade acontece com as pessoas com necessidades especiais, que são vistas por alguns como incapazes, anormais, acabam sendo excluídas porque são diferentes.
Todos merecem ter os mesmos direitos em todos os espaços sociais.
Afinal, quem não é diferente?!

Resenha do filme: Primeiro da classe (2008)

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
DOCENTE: Cristina Delou
DISCENTE: Iolanda da Costa da Silva
8° PERÍODO / MANHÃ
Resenha  do filme:  Primeiro da classe  (2008)
Title: Front of the class
Diretor:  Peter Werner

O filme é estrelado pelo ator James Joseph Wolk  que dá vida ao professor   Brad Cohen, personagem com a  Síndrome de  Tourette  . Trata-se de uma história verídica.

O personagem Brad, no início do filme, não tem um bom relacionamento com o pai, mas conta com um irmão protetor e uma mãe que o apóia. Desde a infância, ele sofre preconceitos devido a Síndrome de Tourette, Cansado dos tratamentos sem solução, Brad resolve abandonar o acompanhamento médico.

Já adulto e formado, Brad começa a correr atrás do seu sonho, ser professor, mas o preconceito com a Síndrome é a sua maior barreira. Apesar de um bom currículo as manifestações da Síndrome o reprovam nas entrevistas. Depois de muita procura, uma escola o contrata. Pela primeira vez Brad foi observado com o profissional e não por sua Síndrome.

A principio a aceitação de Brad parecia ser total até que o pai de uma aluna solicitou a mudança da sua filha para outra classe, devido ao preconceito contra a Síndrome do professor Brad. O pai da aluna achava que um professore com a Síndrome de Tourette não teria capacidade de ensinar sua filha. Por outro lado a estudante não quereria perder o contato com o professor Brad. Esse fato não abalou a confiança da escola em Brad.

Brad conheceu uma moça pelo portal de relacionamento, a Nancy Lazarus e iniciou uma interação virtual. Mas ela ficou medo de conhecê-la  pessoalmente, pois receava ser rejeitado por causa da Síndrome  Tourette. Esse receio não se confirmou, pois Nancy o aceita e apóia  em tudo.

Os alunos também aceitavam o professor Brad sem manifestar preconceitos e em sua turma haviam dois alunos que apresentavam necessidades especiais. Brad aos pouco foi mostrando todo seu potencial chegando a ganhar o prêmio de Professor do Ano. Esse reconhecimento surpreendeu e ele e a todos que se mostraram preconceituosos. Durante a entrega do premio os alunos relataram que o premio veio porque Brad não se deixou vencer pela Síndrome  Tourette, vencendo-a. 

RESENHA DO FILME “O ÓLEO DE LORENZO”

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

DISCENTE: FRANCIS CRISTINA AL VIM DE LIMA

DOCENTE: CRISTINA DELOU.

8° PERÍODO / MANHÃ


O filme retrata uma história real, de um casal de historiadores que descobrem em seu filho Lorenzo de oito anos de idade, uma doença rara e degenerativa diagnosticada como adrenoleucodistrofia (ADL), que provoca uma incurável degeneração do cérebro, levando o paciente a morte em pouco tempo. 

Após a descoberta dessa doença em Lorenzo, seus pais acabam vivenciando a frustração da falta de medicamentos para a doença e o fracasso dos médicos. 

A partir dessa constatação eles começam a estudar e pesquisar sozinhos na esperança de encontrar alguma substância que pudesse amenizar ou conter o avanço da doença, que ia destruindo o cérebro de Lorenzo deixando-o cego, deficiente físico, incapaz de engolir e de se comunicar. 

Os pais de Lorenzo passaram dias e noites em bibliotecas fazendo um estudo do caso de seu filho, e quando constatavam alguma informação relevante, procuram médicos e professores de medicina para discutir suas idéias a fim de encontrar algo que amenizasse o sofrimento de Lorenzo. Nessa busca pela cura, encontraram diversas barreiras por serem leigos no assunto e o próprio preconceito, por não serem formados em biomedicina. 

Assim, depois de muitos estudos, pesquisas e testes os pais de Lorenzo descobriram um óleo, que não curava efetivamente a doença, mas que estagnava a mesma. Com o uso desse óleo, Lorenzo não voltou ao seu estado normal, apenas paralisou a doença e através de diversos tratamentos conseguiu melhoras significativas. 

O filme é verdadeira lição de vida, pois pessoas leigas que ao verem o sofrimento de seu próximo, no caso seu filho se sensibilizaram e começam a fazer um movimento para visualização dessa doença que até então era desconhecida. Passaram por cima do preconceito de uma forma decisiva alcançando seu objetivo maior que era um tratamento para Lorenzo. 

“Triste do mundo, que veste quem está vestido e despe quem está nu” Calderón de La Barca

Resenha do filme: "O milagre de Any Sullivan"

UFF – FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Niterói, de julho de 2011.
Docente: Cristina Delou
Discente: Kathlyn Duarte


O filme retrata a história da Pequena Helen, que após uma febre muito forte se torna surdo-cega, porém não afeta sua intelectualidade.

A família da Pequena Helen não entende que suas limitações, são para ela uma maneira de conseguir tudo que deseja, e assim a tratam como se fosse louca, ou pior, um animal, que não pensa, não sabe de nada e pode fazer o que quiser.

Aproximadamente com 10 ou 11 anos, a família após muitas discussões decide contratar Any Sullivan para que a auxilie com aulas particulares.

Any é uma senhorita que também teve problemas visuais, e que acaba de se formar, cheia de entusiasmos, acredita que pode fazer com que Helen aprenda tudo o que ela for capaz de ensinar. 

A história de Helen se entrelaça coma história de Any que mais tarde será sua babá, e a auxilia a aprender, sentir, observar, até conhecer o mundo em sua volta.

O filme engloba não só a surdo-cegueira, mas, o que vem por traz dessa deficiência, dos estigmas que são criados através desta, a questão do preconceito, a falta de esclarecimento do pais e a té mesmo a falta de confiança em uma pessoa com surdo-cegueira.



"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível."
São Francisco de Assis

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